2ºCapitulo
*Justin OFF Você ON*
Acordei muito feliz, tomei um banho e fui tomar café da manhã.
– Bom dia, filha!
– Bom dia, mãe! – ela ficou me olhando com um sorriso torto – Que foi?
– Por que esse sorriso bobo?
– Nada mãe.
– Hum, acho que alguém ta apaixonaaaada – ela cantarolou.
– Eu não tô, mãe, para – disse gaguejando.
Minha mãe riu e eu a encarei.
– Bem, já vou pra escola, tchau.
Peguei minhas coisas e sai.
– [seu nome]! [seu nome]! – ouvi alguém gritar atrás de mim. Me virei e Justin vinha correndo em minha direção. – Oi.
– Oi – ri pelo nariz.
– Tá indo pra escola?
– Aham – assenti.
– Hum... – ele me olhou de um jeito estranho – Pra onde você quer ir depois?
– Ah, sei lá! Você decide.
Ficamos andando um ao lado do outro em caminho a escola.
[...]
Entramos na sala e nos sentamos, ele me olhou e sorriu, retribui o sorriso.
– Bom dia! – disse Dan entrando na sala. – Vamos ensaiar pra peça?
Subimos pro palco, Justin se aproximou de mim e disse sua fala:
– Eu te amo, sabia? – ele era tão bom ator, parecia que era verdade. Eu queria que fosse…
– Eu te amo mais – sussurrei em seu ouvido.
Ele se aproximou de mim, pois a mão em minha cintura e me beijou.
*Seu pensamento ON*
É, era apenas isso que eu precisava pra ter certeza… eu estou apaixonada. Parece loucura, eu nem o conheço, a única coisa que sei sobre ele é seu nome. Como posso estar apaixonada?
*Seu pensamento OFF*
– [seu nome]!
– Ah, desculpa – olhei pro roteiro pra ver qual seria a próxima fala. – Você sabe que "eu e você" é impossível, não é?
– Não, não é. Eu te amo, vou lutar cada segundo da minha vida por você, eu não vou desistir.
O sinal bateu e fomos para próxima aula. A aula passou rápido, felizmente.
– Vamos? – Justin disse.
– Claro.
Ele abriu a porta do carro para que eu entrasse, entrei e fomos até um restaurante.
*Você OFF Justin ON*
Chegamos no restaurante e nos sentamos em uma mesa perto da janela. Aquela mesa trás tantas lembranças, eu sempre me sentava lá com meu pai…
– Então… – ela disse – Por que não me fala mais sobre você?
– Tá, ahn… Bem, meu nome é Justin Drew Bieber, nasci aqui mesmo, em Stratford, no dia 1 de março de 1994 – ela me interrompeu.
– Me fale mais sobre a sua história.
Quando ela disse isso, eu fiquei paralisado, eu não posso contar pra ela…
– Não gosto de falar sobre isso…
– Por que não?
– Sabe, eu te conheço a um dia, não me sinto á vontade pra falar sobre isso com você.
– Ah, então não confia em mim?
– Não, não é isso que eu quis dizer.
– Ta, tudo bem – ela disse desanimada.
– Posso anotar seu pedido? – disse um garçom.
– Ah, sim! Vamos querer risoto, frango a parmegiana, e duas cocas-colas.
– Okay.
O garçom anotou o pedido e saiu.
Não conseguia parar de olhar pra ela, ela é tão… linda! Ela estava encarando o chão com uma cara triste.
– O que foi? – disse preocupado.
– Nada…
– Fala! Por que está com essa carinha triste?
– Nada, esquece.
– [seu apelido], eu sei que não é nada. Por que?
– Por que não quis me contar sobre sua história? – fiquei quieto – Não confia em mim… – ela sussurrou.
– Claro que confio. Por que esse interesse na minha história? – ela não disse nada – Vai me ignorar? – ela continuou em silêncio – Tudo bem, se eu te falar uma parte da minha história você volta a falar comigo? – ela assentiu – Ta… meus pais são separados e eu moro com minha mãe, quase nunca vejo meu pai, ele me visita uma ou duas vezes ao ano. Bem, sempre que ele me visitava nós íamos nesse restaurante, sentávamos nessa mesma mesa, e ficávamos conversando sobre o futuro… sobre meu futuro. Ele ficava se desculpando por me visitar pouco, e falava que um dia ele iria me levar pra passar quinze dias com ele e falava outras coisas. Bem, eu não posso dizer o que mais ele falava… Sabe, faz dois anos que meu pai não me visita, ou me liga, nunca mais falei com ele, nem sei se ele ainda está vivo. – disse triste – Enfim, esse lugar faz parte da minha história.
Ela ficou em silêncio, parecia triste por mim. O garçom trouxe nosso pedido.
– Bom apetite!
Comemos e conversamos um pouco. Depois de pagar a conta entramos no carro.
– Minha casa fica na rua [rua da sua casa].
– Ok, mas não vamos pra lá agora.
– Aonde vamos?
Fiquei quieto e liguei o carro.
*Justin OFF Você ON*
Ele me levou a uma praia linda.
– Gostou?
– Claro.
– Vem – ele me puxou e se sentou na areia, perto do mar.
– Aqui é muito lindo…
– Como você – ele sussurrou.
– Como?
– N-nada.
– Ta.
Ficamos sentados, observando o mar.
– Eu acho melhor irmos embora, já está tarde, e amanhã tem aula – disse olhando pro relógio e me levantando.
– Espera – ele disse se levantando e me puxando pelo braço.
– Sim?
– Esqueceu de algo.
– O que?
– Isso – ele se aproximou e me beijou.
Nós já tínhamos nos beijado antes, mas… estava no roteiro, dessa vez, ele fez por querer. Ele parou o beijo, o olhei com um olhar sem graça.
– O-o que foi isso?
– Ér… só… – ele ficou vermelho
– Ahn, isso não importa, eu preciso ir pra casa agora, ta?
– Eu te levo até lá.
Assenti e entrei no carro.
* Você OFF Justin ON*
Eu não acredito que fiz isso… eu estou apaixonado. E o pior, eu não posso tê-la. Não posso por ela em perigo, e além disso, ela nunca iria querer ficar comigo se soubesse minha história.
Fiquei a olhando, ela estava vermelha, ela ficava linda assim… com vergonha. Ela me olhou e ficou ainda mais vermelha ao ver que eu a olhava.
– Justin, a estrada! – ela gritou, eu estava prestes a bater.
Voltei meu olhar para estrada.
[...]
– Obrigada por me trazer até aqui.
– De nada.
– Tchau – dei um beijo na bochecha dela, e, novamente, ela corou.
*Justin OFF Você ON*
Subi pro meu quarto, me joguei na cama, e fiquei pensando nisso.
Sabe, foi estranho, mas bom, eu senti algo… bem, melhor eu dormir.
Me troquei, escovei os dentes, e fui dormir, amanhã veria Justin na escola, e tudo que pensava era o que diria a ele, acho que as coisas seriam diferentes a partir de agora.
Acordei muito feliz, tomei um banho e fui tomar café da manhã.
– Bom dia, filha!
– Bom dia, mãe! – ela ficou me olhando com um sorriso torto – Que foi?
– Por que esse sorriso bobo?
– Nada mãe.
– Hum, acho que alguém ta apaixonaaaada – ela cantarolou.
– Eu não tô, mãe, para – disse gaguejando.
Minha mãe riu e eu a encarei.
– Bem, já vou pra escola, tchau.
Peguei minhas coisas e sai.
– [seu nome]! [seu nome]! – ouvi alguém gritar atrás de mim. Me virei e Justin vinha correndo em minha direção. – Oi.
– Oi – ri pelo nariz.
– Tá indo pra escola?
– Aham – assenti.
– Hum... – ele me olhou de um jeito estranho – Pra onde você quer ir depois?
– Ah, sei lá! Você decide.
Ficamos andando um ao lado do outro em caminho a escola.
[...]
Entramos na sala e nos sentamos, ele me olhou e sorriu, retribui o sorriso.
– Bom dia! – disse Dan entrando na sala. – Vamos ensaiar pra peça?
Subimos pro palco, Justin se aproximou de mim e disse sua fala:
– Eu te amo, sabia? – ele era tão bom ator, parecia que era verdade. Eu queria que fosse…
– Eu te amo mais – sussurrei em seu ouvido.
Ele se aproximou de mim, pois a mão em minha cintura e me beijou.
*Seu pensamento ON*
É, era apenas isso que eu precisava pra ter certeza… eu estou apaixonada. Parece loucura, eu nem o conheço, a única coisa que sei sobre ele é seu nome. Como posso estar apaixonada?
*Seu pensamento OFF*
– [seu nome]!
– Ah, desculpa – olhei pro roteiro pra ver qual seria a próxima fala. – Você sabe que "eu e você" é impossível, não é?
– Não, não é. Eu te amo, vou lutar cada segundo da minha vida por você, eu não vou desistir.
O sinal bateu e fomos para próxima aula. A aula passou rápido, felizmente.
– Vamos? – Justin disse.
– Claro.
Ele abriu a porta do carro para que eu entrasse, entrei e fomos até um restaurante.
*Você OFF Justin ON*
Chegamos no restaurante e nos sentamos em uma mesa perto da janela. Aquela mesa trás tantas lembranças, eu sempre me sentava lá com meu pai…
– Então… – ela disse – Por que não me fala mais sobre você?
– Tá, ahn… Bem, meu nome é Justin Drew Bieber, nasci aqui mesmo, em Stratford, no dia 1 de março de 1994 – ela me interrompeu.
– Me fale mais sobre a sua história.
Quando ela disse isso, eu fiquei paralisado, eu não posso contar pra ela…
– Não gosto de falar sobre isso…
– Por que não?
– Sabe, eu te conheço a um dia, não me sinto á vontade pra falar sobre isso com você.
– Ah, então não confia em mim?
– Não, não é isso que eu quis dizer.
– Ta, tudo bem – ela disse desanimada.
– Posso anotar seu pedido? – disse um garçom.
– Ah, sim! Vamos querer risoto, frango a parmegiana, e duas cocas-colas.
– Okay.
O garçom anotou o pedido e saiu.
Não conseguia parar de olhar pra ela, ela é tão… linda! Ela estava encarando o chão com uma cara triste.
– O que foi? – disse preocupado.
– Nada…
– Fala! Por que está com essa carinha triste?
– Nada, esquece.
– [seu apelido], eu sei que não é nada. Por que?
– Por que não quis me contar sobre sua história? – fiquei quieto – Não confia em mim… – ela sussurrou.
– Claro que confio. Por que esse interesse na minha história? – ela não disse nada – Vai me ignorar? – ela continuou em silêncio – Tudo bem, se eu te falar uma parte da minha história você volta a falar comigo? – ela assentiu – Ta… meus pais são separados e eu moro com minha mãe, quase nunca vejo meu pai, ele me visita uma ou duas vezes ao ano. Bem, sempre que ele me visitava nós íamos nesse restaurante, sentávamos nessa mesma mesa, e ficávamos conversando sobre o futuro… sobre meu futuro. Ele ficava se desculpando por me visitar pouco, e falava que um dia ele iria me levar pra passar quinze dias com ele e falava outras coisas. Bem, eu não posso dizer o que mais ele falava… Sabe, faz dois anos que meu pai não me visita, ou me liga, nunca mais falei com ele, nem sei se ele ainda está vivo. – disse triste – Enfim, esse lugar faz parte da minha história.
Ela ficou em silêncio, parecia triste por mim. O garçom trouxe nosso pedido.
– Bom apetite!
Comemos e conversamos um pouco. Depois de pagar a conta entramos no carro.
– Minha casa fica na rua [rua da sua casa].
– Ok, mas não vamos pra lá agora.
– Aonde vamos?
Fiquei quieto e liguei o carro.
*Justin OFF Você ON*
Ele me levou a uma praia linda.
– Gostou?
– Claro.
– Vem – ele me puxou e se sentou na areia, perto do mar.
– Aqui é muito lindo…
– Como você – ele sussurrou.
– Como?
– N-nada.
– Ta.
Ficamos sentados, observando o mar.
– Eu acho melhor irmos embora, já está tarde, e amanhã tem aula – disse olhando pro relógio e me levantando.
– Espera – ele disse se levantando e me puxando pelo braço.
– Sim?
– Esqueceu de algo.
– O que?
– Isso – ele se aproximou e me beijou.
Nós já tínhamos nos beijado antes, mas… estava no roteiro, dessa vez, ele fez por querer. Ele parou o beijo, o olhei com um olhar sem graça.
– O-o que foi isso?
– Ér… só… – ele ficou vermelho
– Ahn, isso não importa, eu preciso ir pra casa agora, ta?
– Eu te levo até lá.
Assenti e entrei no carro.
* Você OFF Justin ON*
Eu não acredito que fiz isso… eu estou apaixonado. E o pior, eu não posso tê-la. Não posso por ela em perigo, e além disso, ela nunca iria querer ficar comigo se soubesse minha história.
Fiquei a olhando, ela estava vermelha, ela ficava linda assim… com vergonha. Ela me olhou e ficou ainda mais vermelha ao ver que eu a olhava.
– Justin, a estrada! – ela gritou, eu estava prestes a bater.
Voltei meu olhar para estrada.
[...]
– Obrigada por me trazer até aqui.
– De nada.
– Tchau – dei um beijo na bochecha dela, e, novamente, ela corou.
*Justin OFF Você ON*
Subi pro meu quarto, me joguei na cama, e fiquei pensando nisso.
Sabe, foi estranho, mas bom, eu senti algo… bem, melhor eu dormir.
Me troquei, escovei os dentes, e fui dormir, amanhã veria Justin na escola, e tudo que pensava era o que diria a ele, acho que as coisas seriam diferentes a partir de agora.
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